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Mostrando postagens de Agosto, 2013

10 dicas para ajudar na seletividade e recusa alimentar das crianças

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1-”Alimente o corpo”  -valorize a experimentação do corpo todo integrado aos sentidos vestibular, proprioceptivo, visual e auditivo de maneira criteriosa. Isto faz parte do programa da terapia de integração sensorial e deve ser orientado para a família seguir a “dieta sensorial” necessária para cada criança. -ofereça todo dia brincadeiras sensoriais que convidem a criança a explorar seu corpo e o ambiente de várias maneiras para conhecer e ampliar seu repertório sensorial. 2-”Mexa com as mãos” Um caminho para chegar à boca. Favoreça momentos lúdicos prazerosos de exploração tátil com diversos materiais, comestíveis ou não. - massinha, argila, tinta. Papéis e tecidos com texturas diferentes que podem estar no ambiente e revestindo objetos que a criança usa no cotidiano. - farinhas, grãos, sementes, gelatina, mingaus coloridos, frutas.  Mexer em alimentos secos e molhados, sólidos e pastosos, podendo fazer “melecas”, de acordo com as possibilidades da criança. Mas tenha por perto …

Questionário para avaliação de autistas inclui processamento sensorial: objetivo é aproximar pais e profissionais para sucesso da intervenção

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Alterações do Processamento Sensorial são comuns em crianças com perturbações do espectro do autismo (PEA), e nos últimos anos o tema vem sendo cada vez mais investigado por cientistas. Os números encontrados sobre as crianças que sofrem as perturbações, no entanto, ainda variam muito: estudos apontam que entre 42% a 88% das crianças com PEA apresentam este tipo de disfunção. Com o objetivo de contribuir para as pesquisas sobre o tema, foi definido um novo projeto de investigação. Criado pelos pesquisadores Helena Isabel Silva Reis, Ana Paula da Silva Pereira e Leandro da Silva Almeida, o projeto é baseado em uma escala que avalia três características tradicionais de crianças autistas: (1) Interação, (2) Comunicação e (3) Comportamento e interesses repetitivos e estereotipados. A novidade deste projeto é a inclusão de um novo domínio: o Processamento Sensorial. “Com a construção e validação desta escala pretendemos que pais e profissionais utilizem colaborativamente um ins…

Crianças autistas com comportamento inadequado na escola: soluções simples para amenizar ou eliminar o problema

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Bom comportamento em casa, dificuldades na escola. Ou o contrário. Assim como qualquer criança, autistas podem ter diferentes comportamentos nos diversos ambientes sociais em que circulam. Se isto acontece com um autista, é provável que os responsáveis diretos pelos cuidados com ele nos dois ambientes não estejam agindo da mesma forma. Um deles – responsável pelo ambiente onde o autista apresenta bom comportamento – tem mais chances de estar no caminho certo, e pode oferecer dicas valiosas. Uma conversa inicial é o melhor caminho para descobrir o que pode ser mudado para conquistar o bom comportamento também naquele ambiente. Os dois ambientes – casa e escola – têm rotinas e elementos essenciais, como lâmpadas, diferentes, pois suas prioridades são diferentes. Uma escola precisa pensar no bem-estar coletivo ao mesmo tempo em que leva em conta fatores como orçamento, logística e objetivos pedagógicos. Um lar, por sua vez, prioriza o bem-estar de cada indivíduo de acordo co…

INTEGRAÇÃO SENSORIAL E AUTISMO - explicando a "sensibilidade alterada."

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Em uma séria sobre autismo apresentada na Tv neste mês, ao se falar de características e comportamentos das crianças e adultos autistas "esqueceram" de falar sobre a teoria da Integração Sensorial de Jean Ayres, e mais ainda, da Teoria de Padrões Sensoriais, de Winnie Dunn. Disseram: "não se sabe explicar porquê, mas pessoas com autismo parecem ter uma sensibilidade alterada". E não explicam porque a criança fica horas olhando pra um ventilador, não sente frio ou responde rapidamente com o olhar quando ouve um barulho. Esses comportamentos tem a ver com o limiar neurológico para cada sistema sensorial. Existem quatro padrões básicos de respostas a eventos sensoriais do cotidiano. São eles: BAIXO REGISTRO: refere-se a um padrão de processamento sensorial caracterizado por altos limiares sensoriais e uma estratégia de auto-regulação passiva. Quando as pessoas têm um padrão de baixo registro de processamento sensorial, elas percebem estímulos sensoriais mu…

Livro infantojuvenil aborda o mal de Alzheimer de maneira delicada

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Vale a pena conferir e divulgar! E utilizar nas escolas.



 Mais do que narrar contos de fadas ou histórias totalmente fantasiosas, os livros infantojuvenis acabam servindo para inserir as crianças e pré-adolescentes em contextos adultos e ensiná-los a lidar com problemas bastante complexos. A premiada escritora Laura Bergallo faz isso de maneira primorosa em "Jogo da Memória" (Escrita Fina, 2010). Ela transforma o mal de Alzheimer em uma história repleta de ternura e emoção.
Garoto acredita que quadrilha está roubando as memórias de seu avô A trama narra a relação de Lucca com seu avô Pietro. Os dois costumam se divertir com um jogo da memória dos famosos mosaicos de Aquileia, uma cidade do norte da Itália. Enquanto estão reunidos em volta do tabuleiro, o garoto ouve com atenção as recordações do avô sobre seus primeiros amores, as aventuras juvenis e a guerra. No entanto, depois de um tempo, o patriarca da família não só começa a perder o jeito para o jogo como tam…

Cientistas 'silenciam' cromossomo que causa síndrome de Down

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Resultado foi obtido em cultura de células-tronco, informa a 'Nature'.
Método pode ajudar pesquisa de formas de tratamento para sintomas.
Bebê com síndrome de Down brinca com a mãe
(Foto: Kirill Kudryavtsev / AFP)
Em pesquisa publicada na "Nature", nesta quarta-feira (17), cientistas afirmam ter encontrado uma maneira de "silenciar" o cromossomo que provoca a síndrome de Down. Jeanne Lawrence e seus colegas da Escola Médica da Universidade de Massachusetts usaram uma enzima para introduzir um gene RNA chamado XIST em células-tronco derivadas de pessoas portadoras da síndrome. O procedimento foi feito numa cultura de células, em laboratório, e não em pessoas. O XIST "encobriu" o terceiro exemplar do cromossomo 21, cuja existência origina a síndrome de Down, fazendo com que seus genes deixassem de atuar. A existência de três cromossos 21 caracteriza síndrome, também conhecida como "trissomia do cromossomo 21". Ao comparar células c…

Fonoaudiólogas desenvolvem questionário para pais e cuidadores de autistas identificaram dificuldades de comunicação

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A aplicação de um questionário para identificação das dificuldades de comunicação de crianças autistas, desenvolvido pelas pesquisadoras Juliana Izidro Balestro e Fernanda Dreux Miranda Fernandespara auxiliar pais e cuidadores, encontrou diferenças na percepção e atitude de pais de crianças do espectro do autismo e de crianças sem queixa de linguagem, em relação às dificuldades de comunicação com seus filhos. O questionário foi criado para a pesquisa “Questionário sobre dificuldades comunicativas percebidas por pais de crianças do espectro do autismo”, das qual participaram 40 pais, 20 pais de crianças do espectro do autismo e 20 pais de crianças sem queixas de linguagem. Foi calculado o nível de concordância das questões e os resultados dos grupos foram comparados entre si. O questionário é dividido em quatro partes: a primeira é referente à impressão dos pais e/ou cuidadores sobre eles próprios em relação a seus filhos, a segunda engloba a percepção dos pais em relação à a…

Quase metade de crianças autistas que não falaram até os cinco anos poderão falar com fluência mais tarde

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O fato de uma criança autista não falar entre os quatro ou cinco anos não significa que ela nunca irá falar, como receiam alguns pais. Estudo publicado na revista Pediatrics verificou que 70% de crianças e adolescentes entre 8 e 17 anos que não falavam aos quatro anos desenvolviam-se a ponto de utilizar frases simples, enquanto quase metade adquiria com o decorrer dos anos um linguajar fluente e adequado.
O estudo analisou mais de 500 crianças com autismo, e não encontrou relações entre a possibilidade da criança desenvolver a linguagem mais tarde e suas condições demográficas, como a região em que nasceu, e condições psiquiátricas, como o grau do autismo, crises de ansiedade ou agressividade, por exemplo. Isso quer dizer que a princípio qualquer criança pode desenvolver a fala, mesmo que já tenha passado dos cinco anos. A pesquisa destaca ainda não ter encontrado indícios de que interesses restritos (crianças que comem somente determinados alimentos, por exemplo, ou gostam…

Modificações rápidas que tornam a casa do idoso mais segura

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Modificações simples e rápidas permitem que idosos permaneçam confortavelmente em suas casas por mais tempo e com mais segurança, apesar das mudanças de estilo de vida que vêm com o envelhecimento. Abaixo estão listadas idéias de modificações para casas de idosos:


– Para evitar quedas: - Remover ou proteger todos os carpetes e tapetes com fita dupla face (garantindo que as bordas esteja bem aderidas ao chão). - Antiderrapante em escadas. - Instalação de corrimãos de ambos os lados de todas as escadas. - Reorganizar todas as extensões e os cabos de telefone de modo que eles fiquem fora da passagem. - Colocar pisos ou tiras antiderrapantes na área do chuveiro ou banheira. - Instalar um assento de banho com altura confortável para favorecer o levantar e sentar.
– Para facilitar tarefas prejudicadas pela diminuição de destreza e força da mão: -  Trocar maçanetas arredondadas por alavancas. - Ter no lugar de torneiras convencionais, torneiras monocomando. - Instalar puxadores fáceis de pegar em gave…

Un estudio equipara la terapia ocupacional a los fármacos contra el Alzheimer

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Un estudio neurológico llevado a cabo en Burgos ha determinado que la terapia ocupacional, en particular la música, se puede equiparar a los fármacos en la lucha contra el alzheimer y es eficaz para combatir la apatía, que es uno de los síntomas de la enfermedad . Foto: Grupo de Idosos da Clínica Cuidare - ago/2013
El estudio, que se ha realizado con 146 enfermos con demencia leve y media de la residencia Jardín de Tardajos (Burgos), se ha publicado en la revista norteamericana "Alzheimer Disease and Associated Disorders" sobre enfermedades neurológicas. El doctor Mateo Díez, neurólogo de la residencia en la que se ha realizado el estudio, ha explicado que la principal originalidad es que se ha tratado toda la investigación con los mismos criterios que se aplican para fármacos, analizando el estado anterior y el posterior al tratamiento mediante valoraciones objetivas. El doctor Mateo Díez ha señalado que la apatía a veces se confunde con la depresión, pero a dif…

AUTISTA COM MUITO ORGULHO! Escritor premiado de Ribeirão Preto descobre aos 41 anos que é autista

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Diagnóstico veio após autor ter publicado 3 obras e vencido 2 concursos.
Cristiano Camargo diz que força de vontade o fez superar as dificuldades.Com o cabelo bem penteado, blazer e roupa social alinhados e um tratamento cordial, Cristiano Camargo, 50 anos, abre a porta da casa em que mora com a mãe em Ribeirão Preto (SP) para mais uma entrevista entre tantas que já concedeu. Com cinco livros publicados e três prêmios literários em 38 anos de uma carreira que ele começou aos 12 anos, o autor se destaca pela sensibilidade e criatividade que emprega em suas obras. Mais do que se esforçar para contar boas histórias, o escritor é exemplo para muitos por ter superado as dificuldades de ser autista do tipo asperger, síndrome que só descobriu que possuía aos 41 anos, quando já tinha três publicações e vencido dois concursos.
O choque inicial de descobrir ser asperger transformou-se em inspiração para o livro mais recente, publicado no ano passado. “Autista com muito orgulho – a …