Postagens

Mostrando postagens de Julho, 2010

COMO INTRODUZIR UM CUIDADOR FORMAL?

Um grande desafio para pessoas com demência e suas famílias é a introdução de um cuidador formal, ou seja, de um profissional especializado em fornecer cuidados.

Essa tarefa torna-se ainda mais difícil quando o cliente não admite suas deficiências no cotidiano ou resiste a tornar concreta a necessidade de supervisão ou contato.

Algumas dicas que podem ser usadas pelos profissionais para ajudar na aproximação e no estabelecimento de vínculo entre o cliente e o cuidador:

1. Realize atividades e exercícios que estimulem a participação do cuidador e a interação entre ele e o cliente;

2. Oriente o cuidador a “aprender” com o cliente. Dependendo a fase da doença, o cliente pode ensinar o cuidador onde ficam no bairro lojas, padarias, igreja e outros pontos relevantes no cotidiano no cliente. É importante estimular o cuidador a perguntar ao cliente, mesmo que ele já saiba a resposta. Isso ajudará o cliente a perceber nas sensações de controle e eficiência;

3. Envolver o cuidador em outras ativida…

Associação entre idade, sexo, doenças sistêmicas, medicamentos e as taxas de fluxo salivar total e labial em pacientes idosos.

São Paulo, 24 de Junho de 2010
Pesquisadores dinamarqueses publicaram, recentemente, no Community Dentistry and Oral Epidemiology, um estudo em que investigaram a associação entre idade, sexo, doenças sistêmicas, medicamentos e as taxas de fluxo salivar total e labial em pacientes idosos.

As taxas de fluxo salivar labial não estimulado (LNE), total não estimulado (TNE) e total estimulado pela mastigação (TEM) foram determinadas em 389 mulheres dinamarquesas comunitárias e em 279 homens dinamarqueses com idades entre 65 e 97 anos. Doenças sistêmicas, medicamentos (classificados de acordo com o Sistema de Classificação Anatômica, Terapêutica e Química (ATC), tabagismo e consumo de álcool foram registrados.
O número de doenças e medicamentos foi maior e TNE foi menor nos grupos etários mais idosos. Em média, mulheres eram discretamente mais idosas, possuíam mais doenças, maior uso de medicamentos e menores TNE, TEM e LNE que pacientes masculinos. Entre participantes saudáveis (14%) e não me…